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segunda-feira, 24 de março de 2014

FIDAE-2014: Rússia convida o Brasil novamente para fabricar o caça de 5ª geração T-50

A Rússia mantem em aberto a proposta feita ao Brasil de unir-se ao desenvolvimento do caça furtivo de 5ª geração T-50 (PAK-FA), assim informou uma fonte da indústria bélica russa na FIDAE-2014 (uma famosa feira de armamento que acontece no Chile).

Ao não participar da short-lista da concorrência brasileira para o fornecimento de novos caças, a qual foi vencida pelo caça GRIPEN NG, da sueca SAAB, a Rússia oferece ao Brasil criar uma empresa binacional para o desenvolvimento e produção de avançados caças russos, como o T-50.

“Lamentavelmente já não participamos da concorrência para o fornecimento de 36 caças ao Brasil. No entanto, nossa proposta para a parte brasileira é do desenvolvimento conjunto da produção do caça multifuncional T-50 permanece em vigor”, disse Alexander Fomim, diretor da agência estatal russo de cooperação técnico-militar as vésperas da feira FIDAE-2014.

Segundo Fomin, a Rússia esta disposta a oferecer esta possibilidade durante as próximas conversas com o Brasil durante a próxima reunião dos BRICS.

18 comentários:

  1. Respostas
    1. EUA, como sempre ameaça com restrições comerciais. Foi assim quando a Rússia se mostrou receptiva à uma parceria na construção e desenvolvimento do VLS (veículo lançador de satélite) brasileiro.

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  2. Que sonho em Michel participar desse desenvolvimento! Será que as forças ocultas daqui vão por o pé na porta? É sempre bom sonhar! Quem sabe que dá certo!

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  3. Primeiro conversar c os Russos, depois descartar se a proposta for uma armadilha como das refinarias...Sds.

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  4. Não acredito que o Brasil venha a aproveitar esta grande oportunidade.Não pelos militares mas sim pelos nossos politicos que não estão nenhum pouco preocupados.Tem tambem os EUA que se sentirão ameaçados e colocarão o Brasil na lista de paises que precisam de uma "Revolução"e dai pra criação do Estados Unidos da Raposa Serra do Sol é um pulo.

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  5. È uma proposta excelente. Claro que a questão será discutida em alto nível por Brasil e a Rússia.

    O que impediria Brasil de participar será chantagem que os EUA farão. Acho que o Brasil vai precisar autorização dos EUA para entrar nesse projeto.
    País medroso e que não se preocupa com a sua soberania é assim..

    Assinado : Hugo Araujo

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  6. Tenho certeza q o Brasil vai partiçipar por uma simples razão, o projeto do caça vem de um pais comunista, e sera aceito por um governo comunista!!!!!!!!

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    1. Você bateu a cabeça ou já nasceu assim?

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  7. A Russia é extremamente dependente da Ucrania pelas turbinas de helicopteros ! As turbinas dos helicopteros Russos , inclusivo os " Sabre "s vendido ao Brasil , estao fabricados pela " Motor Sich " na Ucrania . A India é a Algeria jà estao preocupados ....

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    1. A Rússia extremamente depende da Ucrânia? Não seria o contrário? Se não fosse a aquisição do estado russo de equipamentos ucranianos, empresas como Motor Sich já teriam falido. Aliás, a Motor Sich só é o que é hoje por causa da URSS.

      De onde você tirou que o Mi-24 tem motores da Motor Sich? Saiba que a Klimov é detentora da propriedade intelectual do motor TV3-117.

      Esse motor foi fabricado pela JSC Motorostroitel, ou seja, a Motor Sich nem fabricava esses motores nos tempos de URSS. Não fale o que você não sabe, por favor.

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  8. Acredito que o Brasil aceitará sim, as relações entre Brasil e EUA andam abaladas desde o escândalo de espionagem, inclusive tornando isso o motivo do cancelamento da visita da Dilma a terra do tio Sam, resumindo, a Dilma ta puta com os EUA, e que dar o troco, essa seria uma ótima forma de fazer isso, o Brasil faz parte dos BRICS, essa união é muito forte, se os EUA acham tão ruim assim, batam de frente com a Rússia e a China, ou melhor ofereça os caças F-22, caso contrário foda-se

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  9. Só vale a pena se houver 100% de transferência de tecnologia de projeto para o Brasil. O que os russos querem na verdade é a nossa tecnologia aeronáutica civil - que é mais complexa do que a militar deles, claro - para a somar aos seus conhecimentos técnicos na área rústica de aviação de carga e civil do padrão soviético, para assim se adequarem ao nível ocidental e entrarem no mercado como concorrentes nossos, de início no segmento de aviação de médio porte e posteriormente no de grande, mesmo, no qual decerto em 2020 iremos ingressar.
    Não sei se precisamos de fato de um caça furtivo e se estamos financeiramente para desenvolver e manter operacional uma frota considerável de pelo menos uns 120 desses modelos. Se aceitarmos os EUA vão amar, pois o que mais querem é ingressemos em uma corrida armamentista desproporcional com as nossas capacidades econômicas e com o nível de crescimento de nosso PIB, para assim retardarmos a velocidade do desenvolvimento de nossa economia e consequentemente alongar o tempo para atingir a maturidade de tal, que por consequência nos dará capacidade natural de nos tornarmos um adversário geopolítico crível dos americanos aqui no continente americano, integrado aos nossos vizinhos sul-americano e então sim, capazes de constituir um poderio militar nativo dissuasor.
    Em 1942, o nível de consumo de brasileiro quando comparado ao de um americano era de 4%. No início da década de 1980, chegou a ser de 30%, mas a distribuição de renda não era como hoje. Na década de noventa regredimos muito com os efeitos da Década Perdida, e nosso nível de consumo em relação aos americanos foi de 1/7 e hoje estamos em aproximadamente 25%, caminhando para os 30% outra vez e de 2020 adiante será daí para a frente pois não repetiremos os mesmos erros do passado. Ou seja: Nosso padrão de consumo, nossa diversificação de conceber, desenvolver e fabricar produtos iguais e de qualidade semelhante ou mesmo superior a similares americanos é o verdadeiro alvo dos Estados Unidos. Os Estados Unidos, amam seus inimigos, pois estes servem para exibirem a si e ao mundo a razão americana. O que os americanos não querem é concorrência. Um Estado territorialmente grande, rico, com seus cidadãos educados para compreender o espaço em que vivem,as instituições, as operações matemáticas, sua língua e capaz de pensar, criar e desenvolver seus bens materiais, de empreender, crescer e progredir autonomamente. E é justamente esse o caminho que o Brasil está tomando livremente e por tal os americanos querem nos desviar dos destinos que escolhemos e por isso tentam nos inquietar, criar problemas para que nosso Governo desvie dinheiro de áreas fundamentais para o nosso desenvolvimento econômico e social, como infraestrutura, educação, saúde, inovação, cultura, segurança e outras e invista em defesa para que no fim, tenhamos como resultado o efeito miragem da nossa atual ameaça do presente.

    Abraços a todos e muita reflexão.

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    1. Parabéns pelo belo comentário essa é a pura verdade.

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    2. Você esta fazendo algumas suposições aqui.
      Primeiro - o Brasil não teria cacife pra bancar o projeto que é financiado também pela índia
      Segundo - a tecnologia da aviação brasileira se sobrepõe a Rússia e qualquer outro potencial parceiros que eles possam arrumar.
      Terceiro - que seremos capazes de nos consolidar como potência regional a sombra dos estados unidos apenas com o "soft power" sem meios físicos para nos garantir.
      Quarto - que somos inimigos dos EUA, não somos.

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    3. gênero, número e grau...só nao entendi a parte dos americanos acharem bom a gente aceitar projetos como esse, para criar como você disse, uma concorrencia armamentista desproporcional...

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  10. Não dá! Isso demandaria muito dinheiro. È preciso ter dinheiro para manter a corrupção Por isso, o BR não aceitará a ´maravilhosa proposta russa.

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